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MEU IRMÃO É UM CAVALO! (PARTE 2)

Oi, meus amores! Antes de qualquer coisa, gostaria de agradecer a todos que me mandaram e-mails sobre meus contos anteriores! Eu amo vocês e adoraria bater um punheta espetacular pros seus paus enormes!

Bom, agora vamos começar. Como alguns de vocês devem saber, meu nome é Maya, tenho 19 (quase 20) anos, tenho cabelos pretos, seios enormes, coxas deliciosas, uma boca que parece siliconada (mas não é!) e tenho uma bunda pequenininha mas muito tesuda. Sou tarada por paus gigantes e foi isso que me levou a escrever esse conto, já que eu descobri que meu irmão é um safado pirocudo que vinha comendo nossa empregada bem debaixo do meu nariz.

Nessa segunda parte, eu vou contar como eu acabei dando pro Cássio, meu irmão"zão", e também acabei descobrindo algumas coisas sobre ele que me fizeram decidir que eu seria a menina dele, daqui pra frente.

Logo depois dos acontecimentos do meu segundo conto ("Eh do tamanho do meu antebraço"), as coisas corriam tranquilamente comigo e com o Cássio. Eu pressionava ele, de vez em quando. Me exibindo com roupas curtíssimas, perguntando o que ele achava. No início, ele falava "que horror, Má! Você é minha irmã, para com isso." Mas o volume da calça dele nunca mentiu. Eu mandava beijinhos pro meu monstrão favorito, e ele ficava vermelho instantâneamente! Dava beijinhos na bochecha dele de modo safado e ficava falando sobre sexo com ele, se ele já esteve com uma garota como eu. As vezes eu mascarava como "conselhos pra uma pobre menininha". Várias vezes, peguei ele me olhando de rabo de olho, ajustando aquele monstro na cueca, que, por falar nisso, eu não sei como ele conseguia usar cueca, muito menos sabia como ele conseguia ANDAR com aquela piroca gigantesca. Eu sempre dava um jeito de sacanear o coitado, perguntando qual era o problema que ele tinha no meio das pernas. Sem contar a vez que a gente ficou meio "altinho" numa festa de uma amiga do nosso prédio e eu perguntei pra ele se ele tava de pau duro, olhando obscenamente pro meio das pernas dele. Ele deu um sorrizinho e ajustou o porrolhão, como sempre. Depois de um tempo, notei o Cássio muito cabisbaixo, tristinho pra lá e cá. Tentei animá-lo, conversando com ele com pouquissima roupa, elogiando, falando que ele estava lindo. Mas ele se afastou um pouco. A coisa era muito séria! Eu achava que a culpa de ficar excitado com a irmã"zinha" dele estava sendo pressão demais pra ele, e resolvi então deixar ele um pouco de lado. Mas nunca completamente, lágico. Um dia, o Izandro, aquele negão delicioso da minha facul que fodeu até meu útero, apareceu na minha casa um dia desses, dizendo que precisava de uma matéria qualquer... Claro... "matéria". Tinha certeza que eu deveria traduzir "matéria" pra boquete. E foi exatamente isso que aconteceu. Estavamos no escritário do meu pai e do nada ele tirou a porrolhona de 25cm de dentro das calças, falando que me adorava, sentia falta de mim e da minha boquinha. Olhei pra ele, bom, não pra "ele", mas pro pirocão dele, mandei ele calar a porra da boca e fiquei de joelhos no chão. Chupar aquela merda era quase impossível, mas eu consegui enfia metade da picona dele na minha garganta. Estava adorando o barulho que aquele macho delicioso fazia, por minha causa. Amo saber que homens pirocudos morrem de tesão por minha causa. Fazer o que? Sou uma puta, e dai? Ele gritou que ia gozar. Gozar, eu cheguei até a rir, porque "gozar" não era o termo certo. Estava mais pra "alagar". Aquela pica não parava de jorrar a porra grossa e quente! Engoli o que eu pude, como a boa puta que eu sou, dei uns beijos naquele deus grego e mandei ele pra casa. Eu precisava daquilo. Percebi o que eu deveria fazer, em relação ao Cássio. Deveria ser mais direta, tinha que deixar claro que eu amava paus enormes, que eu daria pra ele, se ele quisesse, e que ele não se arrependeria. Então, meu macho chegou em casa, um pouco mais animado que o recente costume, me abraçou, fez um carinho gostoso na minha cintura e foi tomar um banho. A tardinha passou, fiquei no quarto com ele, no meu quarto. A gente conversava sobre algumas coisas. Ele sempre evitava de me olhar muito. Eu vestia uma camiseta muito curta e um shortinho, que mais parecia uma calcinha. Ele estava sá de bermuda, nem cueca ele usava. Tadinho, ele precisa descansar também, né? Deixar um monstro preso o dia inteiro deve ser doloroso. Na tevê, passava algum programa e logo começaria um desenho que nás dois gostavamos, Family Guy. Pedi que ele viesse e ficasse na cama comigo. Ele veio, acanhado, mas colocou o braço ao redor do meu ombro e me colocou com a cabeça sobre seu peito. Os batimentos dele estavam fortes. O episádio era sobre o filho ter um pau gigante. Notei que Cássio estava inquieto. "Nossa, agora sim eu gosto desse garoto" falei. "Sério, porque?" Cássio perguntou. "Ora! Cairia de boca nele, fácil! Fico imaginando o tamanho do porrolhão dele, das bolas." Ele riu e falou "Putz, sério? Você gosta de caras... grandes?" Olhei pra ele, que estava vermelho que nem o sol nascente e disse. "Eu sou apaixonada por paus gigantes." Ele ficou meio nervoso, gaguejou alguma coisa, levantou da cama e saiu. Fiquei triste, achando que tinha ido longe demais... Fui até o quarto dele, ele estava sentado na cama, no escuro. Me assustei um pouco quando eu o vi, seu pau estava exageradamente destacado no short, achei que ele tivesse tirado pra fora. "O que houve?" falei, antes de abraçá-lo. "Eu... não é nada." ele respondeu. "Não pode ser nada. Foi alguma coisa que eu fiz? Falei alguma coisa errada?" "Não, nada disso foi culpa sua... é que..." "Pode falar pra mim, Cá" "É que, as meninas da minha escola... espalharam por ai... que eu sou uma aberração. Um monstro. A Aline... Uma menina que eu GOSTAVA, me levou pra um canto da escola, falou que percebia o meu volume, que aquilo deixava ela excitada. Ela abaixou minha calça e a cara dela me deixou muito excitado. Parecia que ela nunca tinha visto nada tão grande. Mas ela riu... de mim. Levantou, tirou o celular da bolsa e fotografou meu pau. No dia seguinte, TODAS as meninas me zoavam. Me chamavam de "criatura", "monstrengo"... Por isso, é difícil pra mim, falar sobre paus grandes... eu não consigo acreditar que alguém goste!" Olhava profundamente nos olhos dele. Dei um leve sorriso. "Entendi..." acariciei seu rosto, dei um beijo leve nos lábios dele e segurei o pau dele, com força, sobre o short. Ele não disse nada. Mas estava muito nervoso. "Eu não vou pedir que você acredite em mim. Vou fazer com que você acredite que o que você tem no meio das pernas é uma delícia, uma dádiva." Puxei o porrolhão dele, fazendo a cara que eu sabia que ele gostava. "Nossa... é ainda maior do que eu pensei!" Ele parecia desconfortável, mas muito excitado. Sorri como uma putinha safada, peguei a mão dele e pus na minha xotinha. "Massageia, gato. Eu to muito molhadinha." Comecei a beijar o cabeção da pirocona dele, mal acreditando que aquilo estava finalmente acontecendo. Ele estava esfregando minha xota muito bem! Abaixei meus shortinho e ouvi Cássio gemer de um jeito delicioso. Amo deixar meu macho tesudo, como vocês sabem, mas o Cássio era diferente. Eu gozei, fazendo meu macho gemer. Ele tentou enfiar dois dedos mas dei um gemido. Não doeu, sá estava fazendo manha! "Ai, gatinho, vai com calma! Um dedinho de cada vez. Nem sei como vou enfiar essa tora na minha xaninha!" "Eu vou meter minha pica com muito carinho, Má. Eu juro" Sorri com gosto, ele tava adorando! Dava pra ver na picona dele! Eu lambia aquela coisa grossa, veiuda e enorme! O pauzão do Cássio pode ser um pouco menor que o do Izandro, mas é muito mais grosso, cabeçudo, tem muito mais veias grandonas e o gosto também é muito melhor! Eu mamei naquela tora, enquanto Cássio metia na minha boquinha, me xingando de todos os nomes possíveis. De todos os machos que eu tive, o Cássio é o único que eu deixo ser ativo, dominador. Afinal, ele merece! Quando ele gozou na minha boquinha, foi um paraíso! Bebi tudo que eu consegui, o que foi difícil, já que os jatos dele são os mais fortes que eu já vi! Em dois segundo ele já estava em pé denovo. "Má, quero comer sua xotinha deliciosa! Senta no meu pauzão!" "O que você quiser, gatinho!" Sentei naquela tora, assim como a retardada da Irene tentou, mas falhou. Aquele pica ia me rasgando. Nunca tinha sentado em nada tão grosso quanto aquela tora gigante! "Caralho, pra quem é apaixonada por pau grande, você é bem apertadinha, Vadia!" Nada, nada mesmo, me deixa mais excitada do que quando o cara que me excita me chama de vadia. Tasquei um beijo fulminante nele até os dois ficarem sem ar algum e respondi "Se o seu porrolhão fosse sá um pau grande, então tudo ficaria bem. Mas você tem uma porra de um poste no meio dessas pernas! Essa é a pirocona mais grossa que já me comeu, gato. Nunca fui tão alargada assim!" Isso fez ele urrar! Ele começou a meter com força, MUITA força! No começo doeu muito. Gritei como a vadia que eu era pra ele. "Não tão FORTE! Tá me rasgando, Cássio!!" "Toma vaca! Grita pro seu homem!" Ele beijava minha boca, enquanto eu gritava na boca dele, ele dava tapas nos meus seios. Eu estava no seu! Nenhum homem se comparava ao Cássio! Ele estava me dominando completamente! Sai de cima do pau dele, fiquei de quatro e implorei pra que ele me comesse. Me empinei como as piranhas dos filmes pornôs faziam e logo veio o cavalão atrás de mim. Em uma metida, ele estava me destruindo denovo! Eu gritava, gemia, xingava ele, falava pra ele que eu era dele pra sempre e que macho nenhuma conseguiria me comer denovo. Ele estava louco de tesão, me puxou pelo cabelo e meteu com uma força descomunal! 23cm inteiros, indo e voltando dentro da minha xotinha. Não tinha como! Eu desmaiei por alguns segundos, de tanto tesão e de tanta força que ele aplicava com aquele poste! Ele gritou que iria gozar. Continuei de quatro, mas ele deu um puxão nos meus cabelos, me beijou e me colocou de frente pra ele. Tantos jatos fortes cobriram meu rosto e meus peitos que eu nem sabia quantos eram! Ele é uma máquina de fazer porra! Depois disso. Me deu uma toalha pra eu me limpar. Depois ficamos abraçadinhos no chão do quarto dele. Aquele monstro umido de porra colado na minha coxa. "Eu te amo, Má" Ele disse, olhand pra mim. "Eu também te amo... cavalão" Nás dois rimos e nos beijamos. Daquele dia em diante, prometi pra ele que seria sá dele e ele, dominante do jeito que era, me deixou toda arrombadinha de tanto que me comeu depois. E por muito tempo, fiquei sá com o meu macho... Isso até acontecer um "imprevisto" com o diretor da minha escola, mas isso é papo pra outro conto!

Espero que vocÊs tenham gostado meus amores! Até a práxima! ;******

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