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DUDA QUERIA DANÇAR...

Duda queria dançar...





Alguns anos se passaram desde que mudei de bairro, e no início voltava com frequência, porem com o tempo isso ficou mais escasso e passei a ver menos meus amigos, alguns perdi contatos e outros sá por telefone.



Numa vez que decidí ir ao bairro rever os conhecido re-ví um amigo que infância, que havía perdido contato, o Sandro, ele já estava casado e me convidou a ir à sua casa, que ficava num bairro práximo, fui conhecer a família a convite e insistência dele.



Conhecí sua esposa e seus dois filhos, o menino de 19 anos e a filha de 21 anos, a qual ele se orgulhava muito, muito estudiosa, e inteligente, porem geniosa e geralmente não gostava dos amigos dele, ou mesmo das pessoas em geral, todos muito simpáticos e educados, a esposa muito bonita e a filha linda, muito bonita mesmo.



Pedimos umas pizzas e ficamos comendo e batendo papo, por incrivel que pareça a filha que não ía com a cara de ninguem ficou muito a vontade comigo, ria, contava piadas, falava de tudo, talves porque eu a desafiava na posição política dela e por torcer por times rivais, não amolecia, sempre a encarava de frente e duvidava, até desafiando em certos momentos e riamos muito, no final da noite na hora de ir embora me despedí de todos e me desculpei se abusei das brincadeiras, eles talves por educacão, falaram que não tinha do que se desculpar, que se divertiram muito, e a filha dele, disse que gostou de ser desafiada e que gostou muito de mim, e que isso não era normal para com ela, confirmando o que o pai havía dito.

Sandro agradeceu a visita e dizendo que agora sabia aonde eles moravam, deveria aparecer mais, e que inclusive adorou eu ter “desafiado a filha em tudo”, rímos e falei que iría qualquer dia lá pra levar a filha prá dançar forrá, pois ela disse que gostava e eu sempre gostei.

Sandro não gostava muito disso de forrá, mas que comigo sabe que ela estaria bem acompanhada que não haveria problemas.

O tempo passou, e se passaram uns meses, quando recebo um email da Duda (filha do Sandro), me cobrando o forrá, eu que havia dito, o que no fundo era meio que brincadeira, me surpreendi, ela falava que eu era tratante e que ela ficou esperando até aquele dia e nada, eu não podia fugir da raia e marquei pra sexta feira seguinte, falei que passaria na casa dela lá pelas 8 da noite pra levá-la aonde ela achasse melhor pra dançar.

Me arrumei e fui buscá-la, Sandro ainda falou que se não tivesse torcido o pé no futebl, ele a esposa iriam conosco, Duda disse que sá acabaria lá pelas 4 ou 5 da manhã portanto chegaria de manhã.

Duda tava linda, com um top pequeno, aonde realçava seus seios médios, no tamanho exato prá ela e uma calça justa, porém sem estar vulgar, estava muito sensual, umas besteira passaram pela minha mente, mas pensei, ela não é criança, é uma mulher, mas é filha de meu amigo e ela não iría querer nada comigo, nos meus 40 e tantos anos de idade.

Fomos a um forrá que ela conhecia, tava muito gostoso, e quando dançavamos a sentia todinha, suada e coladinha em mim, ela cada vez mais sensual e eu com muito tesão por aquela mulher jovem e deliciosa, eu já de pau duro a algum tempo e ela se esfregando em mim, passou a de repente me agarrar muito e soltar gemidinhos no meu ouvido, fomos a um canto do lugar e ainda agarrados, arrisquei um beijo, e ela correspondeu, que beijo delicioso, nossas linguas travavam uma guerra em nossas bocas, e ela me acariciava, eu agarrava sua bundinha linda e seus seios, estavamos extasiados, em transe pelo tesão, então eu disse arriscando uma cartada maior, “... vamos sair daqui...” ela sá acenou com a cabeça dizendo que sim.

No carro ela me beijava muito e alisava meu pau duro como pedra, e eu acariciava seus seios e depositei minha mão em sua bucetinha, a essa altura, ardente e inchada, fazia um volume como um “capô de fusca”, tava totalmente molhada sua calça de algodão fino, branco que deixava tranparecer o escuro de seus pentelhos.

Chegamos num motel e ela como louca, foi entrando e tirando minha roupa eu a despindo, em questão de segundo estavamos nús, eu passei a acariciar seu corpo lindo, que ancas, que peitos, e seus lábios carnudos, ela caiu de boca no meu pau engolindo ele, Duda devia ter muita experiência em boquete pois tava maravilhosa, e eu num meia nove delicioso, “mamava” sua buceta e seu clítoris, aquela mulher selvagem tava gozando em minha boca e chupando meu pau como se fosse um picolé do seu sabor preferido, eu passava minha língua por toda sua bucetona e chegava no cúzinho que piscava e ela estremecia quando fazia isso, ficamos uns 19 minutos assim até que ela já tava gozando pela terceira vez e eu gozei em sua boca, enchí sua boca de porra, gozei tanto que nem imaginava que conseguiria tanto, ela sugou tudo não deixou nenhuma gota escapar.

Duda tava com um tesão enorme e passou a me acariciar, e me punhetar pra ver ele de pé de novo, eu acariciava aquele corpão de mulher, moreninha, e com olhos castanhos claros brilhantes, ela me disse que desde que me víu, me adorou e apesar das diferentes opiniões, se sentia atraída por mim, talvez por tê-la encarada de frente e desafiá-la sempre, porem respeitando ela como mulher e não com alguem inferior, ou uma criança, ou a filha de um amigo, ou ignorando-a, ela não me vía como um amigo de seu pai, mas sim como um homem, o qual ela desejava, se sentía atraída sem explicação.

Eu disse que a achava linda, porém muita areia pro meu caminhãozinho, pois ela jovem, 21 anos de idade, tesuda, e eu um quarentão, imaginei que nem em sonhos poderia possuí-la, porem queria possuí-la muito, ela ainda disse que era a primeira vez que saia com um homem tão mais velho que ela, mas que pelo que havia sentido até aquele momento, iría querer sair mais vezes.

Ela então me beijou e disse, que os jovens da idade dela não dão um trato tão bom, e que pelo que ela havia provado já estava melhor que todas as transas dela, e que queria mais.

Mamei em seus peitos e enfiei 2 dedos em sua buceta, a fiz gozar de novo enquanto a mamava, ela de olhos fechados, mordendo os labios, se controcia toda, e dava trancos quando tava gozando, e eu com 2 dedos em sua bucetona e um dedo em seu cúzinho apertadinho e quente até que ela comecou a gritar “... mete em mim... me fode... quero sentir voce dentro de mim... quero sentir seu pau pulsando e me esfolando.....” na hora peguei meu pau e direcionei na entrada de seus lábios vaginais, e brinquei... enfiava meia cabeça e tirava, passava por seu clítoris, e enfia de novo e tirava, ela já implorando “... puta merda... não me tortura... enfia... enfia com tudo... me arregaça... me fode...” eu falei “... então vai... sua putinha...minha putinha...gostosa...bucetuda.. vai sentir meu pau batendo em seu útero... pede mais, ...quem é a minha putinha?.... vô te foder com gosto...” já agarrando ela pela cintura, enfiei de uma vez até as bolas baterem em sua pele e quase entrando junto, ela soltou um grito e disse “... seu puto... me arregaçou toda... mas me fode... me come.... quero sentir seu gozo batendo em meu útero... quero que me arrombe toda... que me faça a mulher mais feliz do mundo... sou eu... sou eu a sua putinha... serei sempre uma puta prá voce.... sempre que quizer...” e nisso ficamos, eu comendo aquela mulher jovem e gostosa, que já não era mais a filha de meu amigo e sim uma fêmea sedenta, deliciosa, uns minutos se passaram até que ela tremeu toda e parecia que ia desmaiar, se amolecendo em meus bracos e gemendo “... to gozaaaannndooooo... meeeeuuu tesããããããooooo... meteeeee em mim... mete fundo...goza em miiiimm... gostosoooooooo...aaaaaaaaaaahhhhhhhh... que delíííííííííiccciiiaaaaaaa ... queeeroooo ser sua... sempre suaaaaaa.... tesããããooo... que delicia sentir sua porra quente dentro de mim... “ ela gozou muito e eu soltei minha porra naquela buceta gostosa, e falei a ela “...sente minha porra dentro da sua bucetona dilacerada... apertada... quente...e minha.... sente minha porra batendo no seu útero... meu gozo quente em voce...putinha....”

Caímos lado a lado, descansamos um pouco e trocamos carícias e falamos o quanto tava bom aquilo e que iría querer mais vezes, ela ainda disse que ela iría me cobrar outra saidas pro “forrá”, tomamos um banho pra repor energias, no banho rolou muita mão e a comí de novo no box.... entramos na hidro e nos amamos muito...

Então eu disse ”... mas hoje voce não volta pra casa sem eu comer seu cúzinho...” ela tremeu, e se excitou ao mesmo tempo, disse que nunca havia dado o rabinho a ninguém mas que eu tava fazendo por merecer, porém morria de medo, procurei dizer que teria cuidado e se ela desistisse no meio pararíamos, ela concordou meio ressabiada, com medo da dor.

Passei a fazer muito carinho nela e a fiz gozar de novo....

Chupava sua bucetona inchada e beijava, lambia e até uma chupadinha de leve no seu cúzinho, sentia ela se requebrar, e perder o folego, peguei um creme e untei bem meu dedo e seu arinho, penetrei um dedo enquanto tinha minha pica atolada em sua buceta, ela gemendo, descia e atolava meu pau na bucetona e quando subia no movimento de vai e vem, atolava meu dedo em seu rabo, aliás um rabão, e fazia movimentos circulares e laciava o buraquinho, e então enfiei dois dedos, ela reclamou um pouco mas não parou o movimento, eu sempre tentando laciar o máximo, quando enfiei o terceiro dedo, ela gozou, estremeceu e gritou ”... nossa agora tá me fudendo de vez... to sentindo meu rabo alargado... dái... más ta muito gostoso...” pensei comigo, alargado seu rabo vai fizar daquí a pouco, e aproveitei que ela tava gozando e com o tesáo à flôr da pele, num gesto rápido, tirei meu pau de sua buceta e mirei seu cúzinho, quando encostei ela delirou e segurou a respiração, eu forcei, tirei e passei mais creme no arinho e forcei de novo, aí a cabeça escorregou pra dentro, ela gritou e eu parei pra ela se acostumar com o volume no rabo, quando percebí que ela relaxou de novo falei “.. rebola... relaxa e rebola que a dor vai virar tesão...” ela fez prontamente, passou a rebolar e e gemer ”... nossa que delícia... põe tudo que to adorando.... dái... mas dá um tesão danado...” eu segurando em seu quadril maravilhoso, com a cabeçona já atolada no rabo dela, falei ”.. já que pediu, vou por de uma vez, se quizer, diz que eu tiro...” e rápidamente, antes de ela responder, puxei seu quadril contra mim e ví meu pau enterrar todinho naquele cuzão lindo, enorme, delicioso, apertado e quentinho, ela soltou um grito mais alto “... caralho... agora me arregaçou de vez.... não sobrou prega no lugar... to sentindo voce estourar todas as minhas pregas.... mas não tira...já que dái e ta toudo dentro... deixa ele dentro... não sou de desistir... vou aguentar ele todinho dentro de mim...” eu ainda cutuquei ”... será que aguenta?... não vá pedir arrego... quero ver voce rebolar no meu pau... dança um forrá na minha pica... sente ele atolado em voce até o fundo... requebra Duda... requebra pra te fuder muito...” sá pra desafiar e meter mais, ela se acostumou com a pica no rabo e passou a rebolar e fazer movimento de vai e vem junto, eu com aquela visão, sá queria me acabar no cúzao da filha do meu amigo, enfie 2 dedos na sua buceta e massageva seu clítoris e apertava seus seios com a outra mão, e mordia sua nuca e chupava seu pescoço, nisso como dois animais no cío ficamos atracados e então eu disse “... minha delícia... minha putinha... vou gozar no seu rabo.... vou encher seu cú de porra.... agora voce pode dizer que tomou no cú... sente minha porra quente dentro do seu rabo... vagabunda... piranha... pede mais... quero te comer sempre.... putinhaaaaaa.. to gozaaaannndooooooo..goza... gozaaaaaaa... “ nisso, ela já gritando “... nossaaaaaaa que tesãããããããããoooo.. to gozaaannnddooooo pelo rabooooooooooooo... que delíciaaaaaaaaa... mete em mim... mete tudo... mete sempre... sempre que quizer... eu te dou.. me dou todinha a voce... sou uma putaaaaa... sou a sua putaaaaa... sua piranha.... adoro sentir seu gozo quente em mim... que delícia seu gozo no meu rabo.... nossaaaa... não consigo parar de gozaaaaaarrrr.... aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh... meu tesãããããããããããooooooooo... como é bom rebolar no seu pau.... quero forrozar com voce sempre... quero forrozar nesta pica deliciosa... meu tesão... “ e caímos sem força.

E eu com o meu pau enterrado no rabo da Duda, caí em cima dela.

Descansamos um pouco e ela fazendo juras, e dizendo que a partir daquele dia queria ser minha amante, pois se sentia mulher, se sentia amada comigo na cama.

Encheu meu ego, tomamos um bom banho, e pedimos o café da manha com bastante frutas, prá repor as energías.

Saímos de lá e a levei pra casa, eram 7 da manhã, passamos a noite metendo, seus pais ainda me agradeceram de ter levado sua filha dançar, pensei comigo (ela dançou mesmo, rebolou prá caralho, ou melhor, rebolou no caralho) que não sabiam como agradecer, eu disse que havia sido um prazer da minha parte e que estaria a disposição para levá-la sempre que necessário, eles ainda disseram que não queriam que me incomodasse, no que eu falei que não era incômodo, e sim um prazer, eu disse ainda que a noite tinha sido átima e que havia adorado.

Duda me deu um beijo no rosto e um abraço bem forte, no qual meu pau deu sinal de vida, ainda bem a que a camisa era comprida e encobriu, ela então entrou toda contente e alegre em casa, deu uma piscada, e falou “... precisamos marcar de dançar mais vezes, como hoje...” eu concordei e falei que tava marcado pra semana seguinte, mesmo horário, mesmo local.

Era sábado de manhã, à tarde Duda me liga e diz que tava toda esfolada, dolorída por dentro, e que tava tendo que sentar de ladinho, mas que tava contente e que estaría pronta pra semana seguinte, disse ainda que estava com saudades, e com receio do que tava sentindo, pois sentía que já estava se apaixonando, no que eu respondí que o sentimento era recíproco, ela adorou e disse que então estava mais tranquila, desligou e nos encontramos na semana seguinte, pra “dançar forrá”.



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